Papa e santo da Igreja Cristã de Roma (254-257) nascido em Roma, eleito papa em 12 de maio (254) sucessor de Lúcio I (253-254), que reinou no período em que a controvérsia com a Igreja africana entrava em seu período mais crítico. Foi eleito papa depois de uma vacância do cargo por dois meses. Afirmou insistentemente o primado do papa, para resolver problemas que se relacionavam com a disciplina eclesiástica ou questões teológicas, como a da validade do batismo administrado por heréticos e a questão dos lapsos, cristãos que, no tempo das perseguições, tinham renegado a fé cristã pelo temor de perderem seus bens, enfrentar o exílio e os tormentos ou a morte, porém passado o perigo, arrependidos da apostasia, pediam para ser readmitidos na Igreja. . Acreditava que esse batismo era válido, no que foi contestado pelo bispo Cipriano, de Cartago, que convocou dois sínodos para afirmar a não validade do batismo dos heréticos. O papa recusou-se a receber os enviados de Cipriano, para o qual rebatizar era contrário à tradição e isso não podia ser tolerado. O perigo de ruptura da Igreja era tão grande que levou Dionísio de Alexandria, que embora apoiasse a posição do papa, sentiu a necessidade de escreveu ao pontífice suplicando que adotasse uma linha menos intransigente. As divergências entre papa e o bispo africano, levou a realização do Concílio africano (256) que reprovou o procedimento do pontífice e seus métodos excessivamente autoritários. O conflito estava em seu ponto mais alto quando foi interrompido com a morte do papa (257). Foi decapitado pelos soldados de Valeriano, na cadeira pontifícia, durante uma cerimônia religiosa realizada na Catacumba de São Calisto. Autoritário e intransigente, plenamente consciente da sua autoridade e prerrogativa especial, foi o primeiro papa a se assumir com a missão confiada ao apóstolo Pedro por Jesus Cristo, como referido no Evangelho de S. Mateus. Foi sepultado na cripta dos papas nas catacumbas de São Calisto. Sob seu pontificado, também se intensificaram as lutas cismáticas dos seguidores do antipapa Novaciano.
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Lúcio I, Papa
Papa e santo da Igreja Cristã Romana (253-254) nascido em Roma, elegeu-se papa em 25 de junho (253) como sucessor de Cornélio (251-253), que embora tenha tido apenas um ano de pontificado, este foi marcado por um período de fortes perseguições. Depois de pouco tempo de ser eleito foi exilado por ordem do Imperador Galo que morreria poucos meses depois em sua luta contra o general rebelde Emiliano, que, por sua vez foi assassinado por seus soldados. O sucessor de Galo, o imperador Valeriano, que no princípio de seu reinado mostrou-se benévolo com os cristãos e permitiu o papa regressar a Roma. De costumes rigorosos, proibiu viverem juntos homens e mulheres não consangüíneas fora do casamento e impôs aos eclesiásticos a ordem de não conviverem com as diaconisas que lhes davam hospitalidade por sentimentos caritativos. Condenou os hereges novacianos, que não aceitavam a absolvição e a comunhão dos pecadores arrependidos. Publicou que o papa, em suas viagens para as sagradas funções, se fizesse acompanhar de três diáconos e com pelo menos dois sacerdotes. O papa de número 22, morreu de morte natural em Roma, oito meses após sua eleição, em 5 de março (254), e foi sucedido por Estêvão I (254-257). Foi enterrado na cripta dos papas das Catacumbas de São Calisto, onde hoje fica a Igreja romana de Santa Cecília, enquanto suas relíquias são conservadas em Bologna, e tem sua comemoração litúrgica em 3 de março. Há também a versão de que por sua determinação, zelo apostólico, plena convicção e fé em defesa da doutrina de Cristo, teria sido martirizado no mesmo local onde outros novecentos santos teriam tido o mesmo destino e cujos corpos foram depositados nas catacumbas de Santa Cecília. Na Catedral de Roeskilde, próxima de Copenhague, venerou-se durante muito tempo a cabeça deste papa, o padroeiro da cidade.
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Cornélio, Papa
Papa e santo da Igreja Cristã Romana (251-253) nascido em Roma, sucessor de São Fabião ou Fabiano (236-250) e que mostrou uma atitude conciliadora para com os cristãos que haviam abjurado durante a perseguição do imperador Décio, os chamados lapsos, que pediam para ser readmitidos à comunhão da Igreja. Escolhido 14 meses depois da morte de Fabiano, devido à violenta perseguição de Décio, foi descrito por Cipriano de Cartago como um homem sem ambições e que tinha percorrido todos os graus do serviço eclesiástico. Foi eleito não por iniciativa própria, mas pela sua humildade, prudência e bondade, foi extremamente combatido pelo preterido Novaciano, principal interlocutor do clero de Roma junto ao governo imperial no período anterior. Novaciano, que esperava ser o sucessor de Fabiano, fez-se consagrar bispo e proclamou-se Papa. O segundo antipapa da Igreja iniciou, assim, com um pequeno grupo de seguidores, um primeiro e verdadeiro cisma, inclusive com a atitude oposta em relação aos lapsos. Trabalhou com energia e habilidade para fazer-se reconhecer como bispo pelas principais Igrejas cristãs, enquanto em Roma o grupo de Novaciano recusava-lhe a obediência. Com a ajuda de Cipriano de Cartago e Dionísio de Alexandria, o papa a venceu a oposição novaciana e convocou (251), um sínodo celebrado em Roma, contando 60 bispos e clero, em que Novaciano e seus seguidores foram excomungados, face a negativa destes em fazer as pazes com o pontífice. Também ficou conhecido por suas cartas escritas às outras igrejas sobre o problema do cisma, inclusive uma conhecida endereçada a Eusébio de Cesaréia, em que fornecia uma estatística detalhada, de grande valor histórico, sobre o clero dos vários graus na Igreja de Roma daquele tempo. Com a chegada ao poder do imperador Treboniano Galo (251-253), recomeçaram as perseguições e (252) o papa foi preso e exilado a Centocelle, atual Civitavecchia, onde morreu em junho do ano seguinte, e foi sucedido por São Lúcio I (253-254). Seu corpo foi logo transportado a Roma e sepultado na cripta de Lucina nas catacumbas de S. Calisto. A inscrição de sua tumba é o primeiro epitáfio papal escrito em latim, que chegou intacta até aos tempos contemporâneos.
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Fabiano, Papa
Papa (236-250) e santo da Igreja Cristã Romana nascido em Roma, que morreu mártir (250) durante a perseguição do Imperador Décio. Fazendeiro de origem, foi ao túmulo de São Pedro para orar e pessoas juraram que viram um sinal do Espírito Santo sobre sua cabeça. Foi eleito e ordenado diácono, presbítero, bispo e eleito papa no mesmo dia. O seu pontificado coincidiu, exceto no início e no final, com um período excepcional de paz, prosperidade e desenvolvimento da Igreja. Foi administrador enérgico e de grande visão e no censo que realizou na Igreja de Roma, contabilizou que na cidade, havia sete circunscrições eclesiásticas, com sete bispos, quarenta e seis presbíteros, sete diáconos, cinqüenta e dois exorcistas, leitores e porteiros, mil e quinhentas viúvas sob a proteção da Igreja, e um total de quarenta mil cristãos. Pelo Liber Pontificalis, a coleção de biografias papais, mandou fazer muitos trabalhos nas catacumbas, inclusive a ampliação da de S. Calisto. O termo catacumba é a denominação dos primitivos cemitérios cristãos, constituídas por galerias, cubículos e outras cavidades. Admirado por São Cipriano, foi venerado no Oriente como grande santo milagreiro. Segundo o autor Eusébio, em sua História Eclesiástica, Orígenes endereçou-lhe um tratado em que se defendia da acusação de heresia. O Imperador Décio desencadeou uma ferrenha perseguição contra a Igreja (246) e ele fugiu de Roma e deu início à vida eremita, com os anacoretas. Preso, no final de seu pontificado sustentou inflexível o processo na presença do imperador Décio, de quem se diz ter pronunciado no final do julgamento: Prefiro ter um rival no império do que um bispo em Roma. Martirizado em Roma, o pontificado ficou 14 meses sem ocupação, devido à violenta perseguição de Décio, inclusive porque seus possíveis sucessores estavam todos na prisão por ordem do imperador. Durante este período o principal interlocutor do clero de Roma foi um eclesiástico chamado Novaciano. Quando a situação permitiu a grande maioria escolheu o romano Cornélio, não por iniciativa própria, mas pela sua reconhecida humildade, prudência e bondade.
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Antero, Papa
Papa (235-236) e santo da Igreja Cristã de Roma nascido na Magna Grécia, escolhido para suceder o Papa São Ponciano (230-235) e seu brevíssimo pontificado que durou apenas 43 dias, de 21 de novembro a 3 de janeiro do ano seguinte, foi transcorrido na prisão e foi sucedido pelo Papa São Fabiano. Sua eleição foi marcada pelo enfrentamento da oposição de um sacerdote de nome Nereu de Chipre, que desejava o trono de São Pedro, mas não reuniu adeptos em número suficiente para apoiar as suas pretensões. Apesar de pouco mais de um mês como papa, este santo de origem grega, ordenou também a compilação de documentos canônicos oficiais, recolhidos e conservados na Igreja, em um lugar chamado scrinium. Muitas recompilações foram queimadas por ordem do imperador Diocleciano, mas voltaram a ser redigidas para desaparecerem novamente nos tempos do PapaHonório III (1225). Promoveu a coleção de Os Atos dos Mártires, uma ordenação das atas concernentes aos mártires da Igreja, determinando que fossem lavradas cópias para serem guardadas nas igrejas. Sua iniciativa irritou o imperador romano Máximiano, um bárbaro da Trácia, que o levou à condenação e execução, tendo seu corpo sido sepultado junto às catacumbas de São Calixto. Sua morte violenta, associada a sua humildade e grande carisma pessoal, resultou em milhares de conversões entre os romanos e gregos pagãos e até entre a guarda pessoal do imperador. O papa de número 19 da Igreja de Roma foi substituído por São Fabiano (236-250). Apesar do curto período em que permaneceu à frente da Igreja, seu nome ficou marcado pelo importante empenho na preservação do acervo documental católico, permitindo aos historiadores o acesso à diversas informações escritas da Igreja primitiva e por causa isto, foram mantidas as bases de conhecimento de muitas coleções redigidas pelos notários.
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Ponciano, Papa
Papa (230-235) e santo da Igreja Cristã de Roma nascido em Roma, sucessor de Urbano I e que pois fim ao cisma iniciado com Calixto I e que continuava durante o seu pontificado. Eleito papa ainda durante o período do cisma, ordenou o canto dos Salmos, a recitação do confiteor Deo e o uso do Dominus vobiscum e pôs fim à heresia de Hipólito. Em cinco anos de pontificado, de grande ação pastoral, de oposições, de luta contra a heresia, apesar das pressões do seu irredutível opositor Hipólito (217-235), sacerdote romano, antipapa, personalidade de destaque na Roma cristã do 3º século, teólogo do clero de Roma, mas uma figura controversa pelas suas atitudes de intransigência e oposição à autoridade do pontífice, inclusive já entrara em contraste com o papa São Calisto (217-220), pelo seu rigorismo em relação aos adúlteros, aos quais recusava a reconciliação e o perdão, que por sua vez eram concedidos pelo papa. Foi vítima do Imperador Maximiniano, que iniciou uma era de perseguições, que o aprisionou, condenou e deportou (235) para a Sardenha para cumprir trabalhos forçados nas pedreiras da Sardenha. Demitiu-se do pontificado pouco depois de ter chegado à ilha, sendo esta a primeira vez que isso aconteceu na história dos papas. Sua renúncia tinha o magnânimo objetivo de não criar dificuldades à Igreja de Roma para a reconciliação com os seguidores de Hipólito, que chegou mesmo à ruptura total, autordenando-se bispo e fundando uma igreja própria, arrastando no cisma parte do clero e do povo de Rom. Hipólito, que também tinha sido condenado ao exílio e ao trabalho forçado nas minas, e o seu grupo foi reconduzido à Igreja de Roma, pondo fim ao cisma que durou vinte anos, e o papa morreu martirizado de sofrimentos na ilha de Tavolara, Sassari. O papa de número 18 foi sucedido pelo papa Santo Antero (235-236), de origem grega, que permaneceu na prisão durante seu brevíssimo pontificado.
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Urbano I, Papa
Papa Igreja Cristã Romana (222-230) nascido em Roma, sucedendo São Calisto I (217-222) e cujo pontificado coincidiu com a época de tolerância (222-235) do imperador Alexandre Severo. Não se conhece quase nada de sua vida e de seu papado e, ao que parece, durante seu papado a Igreja gozava de Paz, mas a sua crescente grandeza excitava o ódio dos pagãos. Determinou que as esmolas e os legados ofertados à Igreja fossem aplicados exclusivamente no sustento dos pobres e do culto divino. Estabeleceu pioneiramente o uso de ouro, prata e pedras preciosas em patenas, cálices e vasos sagrados, destinados ao uso do sacrossanto Sacrifício da Missa e decretou também que o sacramento da Confirmação fosse ministrado, após o Batismo, pelas mãos de um bispo. Organizou a Igreja de Roma em 25 unidades eclesiásticas, as paróquias de Roma e consentiu que a Igreja adquirisse bens. Interveio nas disputas sobre o cisma de Hipólito de Roma e ordenou que o patrimônio da igreja doado pelos fiéis não pudesse ser usado, em hipótese alguma, para outros fins a não ser para o sustento dos próprios missionários. Foi um dos grandes pontífices do início do cristianismo, caluniado e perseguido pelo prefeito Almáquio, de Roma, sob o império de Alexandre Severo, durante seus oito anos de defensor máximo da doutrina cristã, distinguiu-se pelo zelo apostólico. Foi responsável por inúmeras conversões, inclusive, de pessoas de alta classe social, dentre os quais Valeriano, esposo de Santa Cecília, convertida e martirizada,e de Tibúrcio, seu irmão. No local do martírio de Santa Cecília, em Trastevere, fez construir a Igreja onde repousam os restos da padroeira dos músicos, que primeiramente tinha sido sepultada no cemitério de Calisto. Papa de número 160, morreu em Roma e foi sepultado no cemitério de Pretextato, na Vila Ápia, e foi sucedido por São Ponciano (230-235).
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Calisto I Papa
Papa (217-222) e santo da Igreja Cristã Romana nascido em Roma, sucessor do papa Zeferino, cujo pontificado foi marcado pelo início do cisma que colocou Hipólito de Roma como antipapa. Era diácono durante o pontificado de São Zeferino e, eleito (217), durante cinco anos, lutou contra a heresia do presbítero e teólogo Hipólito, para preservar a doutrina. Mandou construir as famosas catacumbas da Via Apia, onde foram enterrados 46 Papas e uns 200.000 mártires. Foi acusado por Tertuliano e Hipólito de ser demasiado indulgente ao administrar o sacramento da penitência, quando o papa concedeu a absolvição aos pecadores de adultério, homicídio e apostasia. Até então esta absolvição só era dada uma vez na vida e após uma dura penitência pública, enquanto os reincidentes eram excluídos da comunhão eclesial. Acrescentaram-se às divergências pessoais de oposição, a inveja de Hipólito, que nunca se conformou em ser preferido a ele como sucessor do Papa Zeferino. Hipólito chegou mesmo à ruptura total e fez-se ordenar bispo e fundou uma igreja própria, arrastando no cisma parte do clero e do povo de Roma, defendendo sua radical condenação em relação aos adúlteros, para os quais não aceitava a reconciliação e o perdão, que por sua vez eram concedidos pelo Papa. Inconformado continuou fomentando as acusações, calúnias e interpretações de desprezo à pessoa e ao trabalho do papa. Assim, durante uma rebelião popular, o papa foi espancado e, ainda vivo, jogado em um poço onde hoje se acha a Igreja de Santa Maria, em Trastevere. Enterrado como mártir, em Roma, o local de seu sepulcro gerou o histórico sítio denominado de Catacumbas de São Calisto. O termo catacumba é a denominação dos primitivos cemitérios cristãos, constituídas por galerias, cubículos e outras cavidades. Escavados sob os cemitérios ou terrenos baldios situados fora dos muros das cidades, as catacumbas, numerosas sobretudo em Roma como as de Calisto, Domitilae Priscila, também são encontradas em outras localidades do Império Romano, como Marselha, Sevilha, Siracusa, Poitiers. O cisma continuou durante o pontificado de Ponciano, que contudo conseguiu, com a sua magnanimidade trazer Hipólito e o seu grupo de volta à Igreja, depois de 20 anos de separação.
Zefirino, Papa
Papa da igreja cristã romana (199-217) nascido em Roma, eleito após a morte de São Vítor, pelos fiéis de Roma diante de um angustiosa expectativa em que recorreram à oração, por causa das expectativas pessimistas que ameaçavam desabar sobre a Igreja de Deus. Homem de poucas instruções, eleito decretou, entre outras coisas, o uso de pátenas de vidro e que se consagrasse o Precioso Sangue em vasos de cristal, e não de madeira, como o faziam algumas comunidades pela extrema pobreza dos cristãos. Nomeou seu auxiliar Anzio Calisto, seu futuro substituto como papa, e o encarregou de ampliar o cemitério de Via Apia, onde se encontravam os túmulos de ilustres mártires como São Pretextato e Santa Domitila, parenta do imperador Domiciano. Este célebre cemitério, até hoje conhecido sob o nome de São Calisto, tornou-se ilustre por sua extensão e por possuir local distinto para os sumos pontífices. O imperador Severo, no seu governo (193-211) desencadeou (203-211) uma furiosa perseguição aos Cristãos. Nesta quinta perseguição, só abrandada após a morte do imperador (211), o papa foi fundamental na manutenção da fé e no conforto aos fiéis. Segundo exclamava Tertuliano, na sua fé inabalável,O sangue dos mártires é semente de novos cristãos, até a consumação dos séculos. Passados estes dias de insegurança, o papa empenhou-se em livrar a Igreja da heresia montanista, mas não definiu claramente a sua crença na trindade divina. Recebeu em Roma o fenômeno intelectual daquele tempo, o grande Orígenes. Morreu em Roma, foi enterrado junto ao túmulo de São Tarcísio, e tem sua festa celebrada em 26 de agosto.
Eleutério, Papa
Papa de origem grega da igreja cristã (175-189) nascido em Nicópolis do Épiro, Grécia, sucessor de São Sóter (166-175), que com seu empenho e grandes exemplos a todos os cristãos, atingiu na sua evangelização todas as classes, desde as mais pobres até aos altos escalões sociais, como por exemplo,obteve a conversão de vários nobres romanos, enviou missionários a Inglaterra, combateu as heresias e libertou a Igreja cristã de doutrinas e práticas judaicas. Seu pontificado foi pacífico no início, especialmente por que o extravagante imperador Cômodo, filho de Marco Aurélio, odiado pela alta classe dominante, foi benigno para com os Cristãos. Conta-se que recebeu cartas de Lúcio, rei de uma parte da Bretanha, pedindo sacerdotes que o instruíssem na fé cristã. Seria esse o primeiro chefe bárbaro europeu a se converter ao Cristianismo. Na sua grandiosa obra de conversão e extremo empenho na evangelização de todos, pobres e poderosos, fez com que mandasse os Santos Damião e Fugácio como missionários para a Inglaterra, que por sua vez batizaram o rei Lúcio (São), sua esposa e grande parte da população. Este papa resolveu a questão, de origem judaica, sobre a distinção entre alimentos puros e impuros. Certos alimentos, por exemplo a carne de porco, não são usados pelos judeus até hoje e esta tradição deve-se às normas erradas de Montano, um herege que pregava em Pepúcia, Frígia, Ásia Menor, com um rigor exagerado, um novo reino de Deus, idealizando para os montanistas um desapego completo, que consistia num jejum quase contínuo, na proibição total das artes, dos espetáculos, das festas, em restrições proibitivas do matrimônio, na necessidade do martírio para se conseguir o Céu. Nessa ocasião os fiéis de Lião, França, enviaram Santo Irineu a Roma para tratar do assunto com o Papa, em um dos primeiros gestos do mundo cristão de recorrer ao santo padre para solução de uma questão de fé, estabelecendo o costume de se considerar o Sucessor de Pedro, como autoridade máxima da Igreja. Também estabeleceu as normas mais antigas que se conhecem das festas de Páscoa. Papa de número 13, morreu martirizado em 25 de setembro (1534), em Roma, e foi sucedido por Paulo III (1534-1549). Sua data celebra-se em 26 de maio e diz uma lenda que durante seu pontificado ocorreu o milagre da legião fulminante, toda ela de cristãos, que levavam sobre ele uma chuva indispensável para lhes aplacar a sede, e sobre os inimigos uma tempestade de raios que os batia em retirada.
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Vítor I, Papa
Papa e santo afro-italiano da igreja apostólica cristã (189-199) nascido no norte da África, indicado bispo da Igreja de Roma em substituição a São Eleutério, cuja ação mais marcante no seu pontificado para a história do catolicismo foi declarar que água comum, de fonte, de poço, de chuva, do mar etc, poderia, no caso de necessidade, servir para a administração do batismo, em substituição ao emprego de água benta, já tradicional nas cerimônias à época, para a bênção das pias batismais. Filho de Félix, é algo incerta a cronologia deste papa, sendo que alguns, seguindo o historiador Eusébio, relatam seu pontificado como até o ano 202. Teria morrido mártir na quinta perseguição, que foi movida nesse ano pelo imperador Sétimo Severo, ou então pouco antes, em uma sublevação de pagãos. Sob seu reinado a questão da data pascoal, de novo agitada, deu mais brilho à supremacia do Bispo de Roma. A Igreja conservara do ritual judaico o uso de se consagrarem a Deus vários dias de festas. O sábado, tradição judaica, foi cedo substituído pelo domingo em memória do dia da Ressurreição do Senhor. As festas hebraicas caíram em desuso, menos Pentecostes e Páscoa. Por esta é que se estabelecia todo o calendário judaico cristão. Na Ásia era a Páscoa celebrada no 14° dia do plenilúnio de março. Em Roma pretendia-se que a festa fosse sempre num domingo. Os orientais e sobretudo a metrópole de Éfeso, com seu velho e enérgico bispo dos antigos judaizantes, obstinavam-se na conservação do seu costume. O papa, examinando a opinião das demais Igrejas, fixou a Páscoa para o domingo seguinte ao 13° dia do plenilúnio de março e, 130 anos depois, o memorável Concílio de Nicéia (325) confirmou sua decisão. No final do seu papado desenvolveu-se um fato inaceitável para o cristiamismo de hoje: a Igreja de Roma passou a pregar contra a divindade de Cristo (197). Santificado seu dia é celebrado em 28 de julho.
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Eleutério, Papa
Papa de origem grega da igreja cristã (175-189) nascido em Nicópolis do Épiro, Grécia, sucessor de São Sóter (166-175), que com seu empenho e grandes exemplos a todos os cristãos, atingiu na sua evangelização todas as classes, desde as mais pobres até aos altos escalões sociais, como por exemplo,obteve a conversão de vários nobres romanos, enviou missionários a Inglaterra, combateu as heresias e libertou a Igreja cristã de doutrinas e práticas judaicas. Seu pontificado foi pacífico no início, especialmente por que o extravagante imperador Cômodo, filho de Marco Aurélio, odiado pela alta classe dominante, foi benigno para com os Cristãos. Conta-se que recebeu cartas de Lúcio, rei de uma parte da Bretanha, pedindo sacerdotes que o instruíssem na fé cristã. Seria esse o primeiro chefe bárbaro europeu a se converter ao Cristianismo. Na sua grandiosa obra de conversão e extremo empenho na evangelização de todos, pobres e poderosos, fez com que mandasse os Santos Damião e Fugácio como missionários para a Inglaterra, que por sua vez batizaram o rei Lúcio (São), sua esposa e grande parte da população. Este papa resolveu a questão, de origem judaica, sobre a distinção entre alimentos puros e impuros. Certos alimentos, por exemplo a carne de porco, não são usados pelos judeus até hoje e esta tradição deve-se às normas erradas de Montano, um herege que pregava em Pepúcia, Frígia, Ásia Menor, com um rigor exagerado, um novo reino de Deus, idealizando para os montanistas um desapego completo, que consistia num jejum quase contínuo, na proibição total das artes, dos espetáculos, das festas, em restrições proibitivas do matrimônio, na necessidade do martírio para se conseguir o Céu. Nessa ocasião os fiéis de Lião, França, enviaram Santo Irineu a Roma para tratar do assunto com o Papa, em um dos primeiros gestos do mundo cristão de recorrer ao santo padre para solução de uma questão de fé, estabelecendo o costume de se considerar o Sucessor de Pedro, como autoridade máxima da Igreja. Também estabeleceu as normas mais antigas que se conhecem das festas de Páscoa. Papa de número 13, morreu martirizado em 25 de setembro (1534), em Roma, e foi sucedido por Paulo III (1534-1549). Sua data celebra-se em 26 de maio e diz uma lenda que durante seu pontificado ocorreu o milagre da legião fulminante, toda ela de cristãos, que levavam sobre ele uma chuva indispensável para lhes aplacar a sede, e sobre os inimigos uma tempestade de raios que os batia em retirada.
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Sotero, Papa
Papa de origem grega da igreja cristã romana (166-175) nascido em Fondi, no reino de Nápoles, substituto de Aniceto e o primeiro pontífice a prescrever, canonicamente, o caráter sacramental da união, apesar de estar já estabelecida desde os primórdios da Igreja. De descendência grega cristã, nasceu e cresceu dentro de uma esmerada educação católica, de forma que tornou-se uma pessoa muito caritativa e amável e grande luminar na Igreja de Cristo. Assim reconhecido, foi escolhido para assumir o governo da Igreja por unanimidade.durante seu pontificado manteve sua preocupação em relação aos problemas e necessidades da Igreja na terra de seus pais. Apesar dos poucos dados biográficos, sabe-se que seu governo foi marcado pela prática da caridade, o zelo e a compaixão pelos mais humildes e a firmeza da fé com relação aos hereges, como se pode concluir pelos fragmentos de uma interessante carta a ele dirigida por Dionisio de Corinto. Promulgou vários decretos canônicos, dentre os quais, um que proibiu as monjas de tocarem os vasos sagrados e corporais, bem como da administração do incenso em cerimônias da Igreja. Tradicionalmente é lembrado pelo seu costume de fazer o bem para todos os irmãos em muitas formas, e enviar esmolas para muitas igrejas em toda cidade, aliviando a pobreza dos que enviavam pedidos e dos irmãos de fé. Dar esmolas já era um velho e tradicional hábito dos romanos que o santo pontífice não só preservou, mas incentivou, além de consolar com palavras abençoadas todos os irmãos que vieram a ele, como um pai amoroso as suas crianças. Coibiu os abusos e ensinou com caridade a verdade. Seu pontificado foi marcado pela cruel e implacável perseguição que o Imperador Marco Aurélio, o imperador filósofo, sob o qual os cristãos foram cruelmente perseguidos. Durante mais esta perseguição contra os cristãos, muitos deles foram lançados aos leões no anfiteatro, outros despedaçados em cadafalsos, e até outros enterrados vivos. Diante das constantes perseguições e dos espetáculos de horror, dedicava-se em consolar e atender aos fiéis. Publicou instruções, especialmente através de cartas apostólicas, exortando e animando os atormentados cristãos a perseverarem da fé, sempre unidos e obedientes aos ministros da Igreja, para que juntos pudessem sofrer com paciência e resignação todos as investidas e tormentos que surgiam de todos os lados. Pessoalmente visitava lugares subterrâneos e cavernas usadas como refúgio pelos cristãos, levando sua palavra de alento e confiança, aos fiéis perseguidos pela causa de Cristo. Combateu publicamente à heresia de Montano, iniciada quatro anos antes de ser martirizado, elaborando escritos de alta inspiração, que depois foram continuamente empregados pela Igreja para combater vigorosamente o surgimento de novas heresias. Mesmo enfrentando as constantes e cruéis perseguições, não se curvou ao ver os cristãos de Roma, sendo trucidados aos montes e, como todos os seus predecessores, também foi martirizado, dando sua vida em defesa da fé. O papa de número 12 morreu em Roma, foi substituído por Eleutério (175-189) e é comemorado liturgicamente em 22 de abril. Os mártires cristãos puderam contar com o seu auxílio paternal e ele próprio sofreu o martírio e, canonizado, é comemorado a 22 de abril, juntamente com outro papa, mas não mártir, Caio (283-296). Alguns pesquisadores acham que a Segunda Epístola de Clemente,.foi um dos textos de sua autoria.
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Aniceto, Papa
Décimo primeiro papa católico (155-166) nascido na Síria, escolhido para ser o substituto de Pio I (141-155) e tradicionalmente considerado de perfeita inteligência e santidade de vida, destacando-se por ter sido o primeiro papa a condenar oficialmente uma doutrina como heresia, em concreto e o montanismo. Ignora-se mais detalhes da sua vida pregressa como da grande maioria dos papas dos primeiros séculos cristãos. Como pontífice, proibiu o cultivo do cabelos pelos padres para não ser um motivo de vaidade. O governo deste pontífice coincidiu com o tempo do imperador romano Antônio e, além das perseguições oficiais por parte do governo romano, disseminavam-se fortes heresias e seitas que colocavam em perigo sobrevivência da Igreja, entre elas os carpocratitas, os marcionitas e os valentinos. Mas o papa envidou todos os esforços catequéticos para impedir o progresso das obras heréticas e reconduzir ao seio da Igreja os pobres desviados. Reuniu-se com Policarpo, um discípulo de João Evangelista, quando este visitou Roma, para tratar de questões disciplinares que atormentavam a unidade da Igreja. Ambos concluíram e deram demonstrações públicas que a Igreja de Roma, na doutrina, era idêntica a de Jerusalém e estas declarações causou grande impacto entre os hereges e promoveram muitas conversões. Como único ponto de divergência entre ele e Policarpo fosse o tempo da celebração da Páscoa, o papa deixou aos cristãos orientais toda a liberdade na celebração da Festa da Páscoa, como eram acostumados desde os dias de Evangelista e manteve com elas relações amistosas. Aparentemente morreu martirizado, mas não há provas históricas definitivas, porém pontificou em um período em que tanto lhe foram os sofrimentos e aflições pela causa cristã que a Igreja lhe conferiu o título honroso de mártir. Foi sepultado no cemitério de São Calisto, nas Catacumbas e substituído pelo napolitano Sóter ou Sotero (166-175) e é um dos santos comemorados liturgicamente no dia 17 de abril.
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Pio I, Papa
Décimo papa da igreja apostólica romana (141-155) nascido em Aquiléia, norte da Itália, eleito após três dias de jejum e oração dedicados pelos fiéis romanos na escolha do novo Pontífice, em substituição a Higino (136-140), morto no ano anterior. Como a grande maioria dos primeiros papas, pouco se sabe sobre sua vida, especialmente dados sobre nascimento e infância. Sabe-se que era filho de um homem de nome Rufino de Aquiléia, que tinha um irmão escritor, Hermas, e educado na religião cristã, foi enviado para Roma para aperfeiçoar-se na instrução das letras. Aprofundou-se nos conhecimentos religiosos e foi admitido em um colégio de clérigos regulares por suas virtudes, onde se sobressaiu pelo seu comportamento piedoso. Consagrou bispo regional pelo papa Higino, exerceu funções de coadjutor do pontífice. Na função, acompanhou de perto as lutas empreendidas e instruindo na vigilância pastoral contra as heresias de Valentino e Marcião, e o conseqüente martírio de Higino. Após o martírio do papa, os fiéis romanos submeteram-se a três dias consecutivos de jejum e intensa oração para a escolha do novo Pontífice e ele foi o indicado por sua humildade e fé e se tornou no nono sucessor de Pedro, pelo Liber Pontificalis ou Catálogo Liberiano. No seu pontificado foi estabelecido que a Páscoa fosse celebrada no primeiro domingo após a lua cheia de março. Proibiu a transferência dos bens da Igreja e coibiu a negligência dos sacerdotes na celebração dos divinos ofícios e na administração da Eucaristia. Quando assumiu estava consciente da luta a ser continuada contra os obstáculos de seu predecessor, mas com muita determinação e empenho apostólicos prosseguiu condenando as ainda crescentes heresias. Assim seu pontificado foi marcado por questões envolvendo judeus convertidos e com heresiarcas como os gnósticos Valentino, Cerdão e Márcião, criador das marcionitas, que propagaram doutrinas de fé conflitantes com os ensinamentos da Igreja Cristã defendida pelo papa. Valentino, que tinha aparecido fortemente durante o papado de Higino, aparentemente não progrediu. O gnóstico Cerdão, foi mais ativo em Roma em seu período e Marcião chegou a capital do Império para distribuir suas marcionitas. Por não serem convencidos pelo papa a mudarem seus ensinamentos, todos foram excluídos da comunidade do papa e excomungados. Mas também grandes pensadores e professores da Igreja, como Justino, visitaram Roma que lhe trouxeram o apoio suficiente para consolidar Roma como o centro da Igreja Cristã. Conseguiu finalmente impedir que os ensinamentos de seus opositores se alastrassem danosamente, mas seu sucesso provocou a vingança de alguns magistrados gentis que o denunciaram. Preso, foi submetido a tormentos humilhantes e terminou sendo degolado. O Papa de número 10 foi substituído por Aniceto (155-166) e, santificado, a Igreja comemora sua festa no dia 11 de julho. Seu irmão Hermas, logo após sua morte, escreveu um livro intitulado Pastor, um dos mais antigos documentos sobre os padres apostólicos.
Fonte
Higino, Papa
Papa da Igreja Cristã Romana (136-140) nascido em Atenas, na Grécia, eleito como sucessor do papa Telésforo (125-136) e que ficou conhecido por tornar mais precisa a questão da hierarquia na Igreja e pelo estabelecimento do costume de haver padrinho e madrinha no batismo. Filho de um filósofo grego, assumiu a cadeira apostólica, quando reinava o imperador Antonino Pio. Governou a Igreja por apenas 4 anos e teve um pontificado perturbado pelas perseguições aos cristãos e pelos focos de heresia que começavam a nascer na Igreja dos primeiros tempos. Os inimigos da Igreja perseguiam implacavelmente os cristãos, pois sentiam que a adoração dos seus deuses e ídolos em grave decadência, em contraste com a crescente difusão dos princípios da nova doutrina. Entretanto dirigiu a Igreja Católica com muita determinação e coragem, frutos de sua fé e constantes lutas no empreendimento do plano da Salvação. Como não poderia deixar de ser, seu destino foi o martírio, característica que marcou a ferrenha evangelização de seus predecessores. Contando com a ajuda do filósofo convertido Justino, condenou as heresias e os heresiarcas, e conseguiu triunfar com êxito diante desses perigos. Combatendo publicamente os hereges, converteu muitas pessoas ao retorno da doutrina imaculada. De acordo com Ireneu e Eusébio de Cesaréia, como papa teve de enfrentar um movimento gnóstico do qual fizeram parte Valentim e Cerdão. Ambos ousaram enfrentar Roma, espalhando a heresia do gnosticismo, mistura de doutrinas e práticas religiosas com filosofia e mistérios, cujo princípio fundamental era haver uma fé comum que seria suficiente aos incultos, mas que existiria uma ciência reservada aos doutores que ofereceria a explicação filosófica da fé comum. Os dois hereges foram excomungados pelo papa, que também era um notável filósofo de origem ateniense. No pontificado esmerou-se na preservação da integridade do ensinamento evangélico, mexeu nas estruturas hierárquicas e na cerimônia do batismo, instituiu as ordens menores para melhorar o serviço da Igreja e preparação do sacerdócio. Também empreendeu reforma do clero, definindo os respectivos graus hierárquicos e estabelecendo vários regulamentos disciplinares, ordenando cada um dos graus eclesiásticos e as suas respectivas funções. Estabeleceu ainda muitos decretos, especialmente os que tratavam dos ritos e cerimônias na celebração do Santo Sacrifício e introduziu as figuras do padrinho e da madrinha no rito do Batismo. Para na consagração de novos templos, exigiu que fosse celebrado, antes de tudo, o sacrifício da Missa, e ainda, que as igrejas não fossem erigidas nem demolidas sem expressa licença dos bispos. Proibiu que fosse cedido para usos profanos, qualquer coisa que se relacionasse com o culto divino. Não se sabe exatamente a causa de sua morte, mas se acredita que foi preso e condenado a morte no governo do Imperador Adriano e que também tenha morrido martirizado, em Roma. O papa de número 9 foi enterrado no Vaticano, próximo a tumba de São Pedro e sucedido por São Pio I (141-155). Há dúvidas que tenha morrido realmente martirizado e tem sua festa celebrada no dia 11 de janeiro.
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Telésforo, Papa
Papa da igreja cristã romana (125-136) nascido em Roma e foi indicado para substituir Sixto I, como o sétimo pontífice e depois de São Pedro e governou a Igreja em um período de paz, quando os imperadores Adriano e Antonino não publicaram editos de perseguição aos cristãos. De origem grega, desenvolveu seu pontificado marcado por conflitos com as comunidades não cristãs. Embora os imperadores tenham publicado editos de certa forma generosos com relação aos cristãos, os pagãos não descansavam em acusar os cristãos, pois também pretendiam se apossar de seus bens e, em virtude desse furor, muitos cristãos foram jogados aos leões. Segundo a tradição, instituiu as comemorações natalinas (~130) realizando as celebrações em homenagem a vinda de Jesus com cânticos de louvor, embora a oficialização só tenha sido definida três séculos depois (440). No Oriente Médio as comemorações da festa máxima da cristandade já eram mais antigas (98). Segundo fragmentos de escritos creditados a São Irineu, o papa de número 8 na linhagem de São Pedro morreu mártir e foi sepultado junto ao túmulo do primeiro papa e foi substituído por São Higino (136-140). Santificado, tem sua data comemorativa no calendário católico apostólico romano a 5 de janeiro, e a 22 de fevereiro na igreja ortodoxa grega.
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Sisto, Papa
Papa da Igreja Cristã Romana (115-125) nascido em Roma, sucessor de Alexandre I (107-115), em cujo pontificado procurou fazer uma organização melhor da Igreja e introduziu o tríplice canto do Santos na missa. Romano descendente da tradicional família dos Elvidios, foi indicado para o trono pontifício e permaneceu governando a Igreja durante o reinado do imperador Adriano e de Antonino Pio. No pntificado seguiu as obras idealizadas por seus predecessores, dando perfeita continuidade aos temas que tratavam da organização e estrutura eclesiástica. Instituiu diversas normas canônicas, como a de que o bispo, antes de tomar posse em sua sede episcopal, devia exibir uma carta de apresentação ao Pontífice. Sistematizou e normalizou vários procedimentos sagrados nos cerimônias religiosas, como o de que qualquer objeto sagrado, como o cálice e todos os paramentos, só poderia ser tocado por ministros sacramentados, os sacerdotes. Também regulamentou alguns ritos da celebração da Eucaristia, como o fato de que o que o véu do cálice fosse feito de linho. A ele atribui-se a introdução do tríplice canto do Sanctus na missa, as cartas apócrifas que tratam da doutrina da Trinidade e ao Primado da Igreja de Roma. Também entrou em conflito com alguns procedimentos da Igreja da Ásia e deixou seu governo marcado pelas medidas enérgicas que tomou contra a seita dos gnósticos. As seitas gnósticas definiam-se como seitas filosóficas surgida nos primeiros séculos da nossa era e diversificada em numerosos segmentos e que visavam a conciliar todas as religiões e a explicar-lhes o sentido mais profundo por meio da gnose. Combateu, então, com veemência as doutrinas maléficas do gnosticismo, ou seja, a emanação, a queda, a redenção e a mediação, que seriam exercidas por inúmeras potências celestes, entre a divindade e os homens, que feriam todos os princípios básicos da sã doutrina e os fundamentos da religião de Cristo. Enviou o bispo Peregrino às Gálias para evangelizar algumas zonas que não haviam sido suficientemente tocadas pela civilização romana. Consta que deu seu auxílio paternal aos mártires cristãos e que ele próprio foi martirizado. Papa de número 7, morreu em 1º de fevereiro, em Roma e foi sucedido por SãoTelésforo (125-136). Teve seu corpo enterrado ao lado do túmulo de Pedro, no Vaticano, mas posteriormente, o Papa Inocêncio II (1130-1143) transferiu suas relíquias para a Acrópolis (1132) e estão ainda na Basílica do Vaticano. O Xisto que é comemorado na Canon é Xisto II, e não o I. Canonizado, sua festa é comemorada em 3 de abril, juntamente com Xisto II e Xisto III, conforme citado no Livro dos Santos de A. C. Guimarães e A. L. Prôa.
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Alexandre, Papa
Papa católico (107-115) nascido em Roma, o quinto depois de Pedro, sucedendo Evaristo, cujo principal legado foi ter instituído o uso de água benta em casa para aspersão. Apesar de apenas 30 anos de idade, era um homem de extrema firmeza de personalidade e exercia já grande influência sobre as pessoas, pela sua extrema piedade e reconhecida santidade, e foi o responsável pela conversão de centenas de pessoas, muitos senadores e grande parte da nobreza romana, dentre os quais um prefeito de nome Hermes e de seus entes. Durante seu pontificado, estabeleceu que durante a celebração da Eucaristia fosse usado na consagração, pão sem fermento, e também decretou que antes da consagração do cálice com vinho, este fosse misturado a um pouco de água, significando a união de Cristo com sua Igreja. Pronunciou a excomunhão contra todos os que impedissem aos legados apostólicos de cumprirem as ordens do Sumo Pontífice. Consagrou cinco bispos, presbíteros e diáconos e escreveu três epístolas, conhecidas como O primeiro tomo dos Concílios, com decretos e ordens, a bênção da água com sal em cerimônias que até hoje a Igreja celebra. Sua atuação acabou culminando na sua prisão, por força de mandado expedido pelo governador Aureliano. Trancafiado na cadeia, conta-se que fez grandes milagres. Levado a sua presença por Hermes, após sua filha ser curada de grave enfermidade com o toque das algemas do Santo, o tribuno Quirino, também converteu-se ao cristianismo, com sua filha e todos os prisioneiros que estavam no cárcere. Com esta notícia, Aureliano enfureceu-se e ordenou que os carrascos martirizassem o santo papa. Ele foi arrastado por um cavalo, chicoteado, ferido com cortantes e queimado com chamas até a morte Seus seguidores também sofreram os mesmos tormentos. Infelizmente, como grande parte de seus contemporâneos cristãos, morreu decapitado sob o reinado de Trajano, imperador romano que procurou substituir o culto a Deus pelo culto ao imperador e a si próprio. O sexto Papa da Igreja deixou para a Igreja, uma bela herança de valiosas normas canônicas e de testemunho cristão em grau elevadíssimo. Foi o sexto a tombar em defesa da fé, foi canonizado, e é um dos santos comemorados no dia 3 de maio.
Fonte:
Evaristo, Papa
Papa e santo da igreja católica (98-107) nascido em Túscia, na Ásia Menor, embora também haja dúvidas se em Belém, Palestina, escolhido para suceder Clemente I (88-97). Filho de um judeu-cristão da cidade de Betelelém, que emigrou para a Antióquia (15), e que exerceu o pontificado na passagem do primeiro século Cristão. Seu nome original era Aristus e as informações a seu respeito são muito incertas, como era de se esperar. Consta que fez três ordenações coletivas criando 17 sacerdotes, 9 diáconos e 15 bispos, destinados a diferentes igrejas. Foi tido por seus contemporâneos como um homem de grande fé em Cristo e de incansável ânimo missionário, e também grande administrador. Pode ter sido martirizado, mas as informações quanto ao seu martírio não são claras, não havendo documentos para afirmar concretamente se este santo papa tenha tido este fim, a despeito da tradição. Foi durante seu pontificado que faleceu o mais jovem os apóstolos, São João Evangelista, o mais jovem dos apóstolos de Jesus e o único a permanecer aos pés da cruz, junto com a mãe do crucificado. Papa de número 5, morreu em Roma (107) foi sucedido por São Alexandre I (107-115) e é comemorado no dia 26 de outubro.
Fonte:
Anacleto I, Papa
Terceiro Papa da Igreja Cristã (76-88), que segundo o Liber pontificalis, sucedeu o papa Lino, o segundo papa da Igreja, e tornou-se o seu terceiro mártir. De origem romana, da família dos pretorianos e, convertido à fé cristã, tornou-se discípulo de Pedro, destacando-se por seu grande fervor, admirável devoção aos ensinamentos do mestre e defensor implacável da Igreja. Por causa de sua afabilidade, gozando de simpatia mesmo entre os pagãos, foi indicado pelo papa Lino para importantes trabalhos apostólicos em Roma e vizinhanças. Assumiu o trono pontifício logo após o martírio de seu predecessor, o papa Lino, e enfrentou grandes dificuldades, perseguições e constantes investidas, defendendo com muita coragem as causas da Igreja de Cristo, pastoreando os cristãos com extrema vigilância. Durante onze anos de intensas atividades no trono papal, aproveitou um tempo de paz concedida aos cristãos sob o reinado do imperador Vespasiano para organizar o crescimento da Igreja. Ordenou 25 sacerdotes em Roma, sancionou a veneração ao túmulo de Pedro, erigindo um monumento sobre a sepultura do apóstolo de Cristo. Distribuiu uma série de orientações que condenavam o culto de objetos mágicos e de feitiçaria e outras cerimônias envolvendo deuses pagãos. Os escritos de Ireneu e de Eusébio de Cesaréia confirmam sua eleição como Anacleto I ou abreviadamente como Cleto, o que levou alguns a pensar como se fosse dois papas diferentes. O martirológio romano assinala que morreu martirizado durante o governo do Imperador Domiciano, inimigo mortal dos cristãos e que moveu contra a Igreja uma das mais horríveis e atrozes perseguições. Durante a massacrante perseguição não cessava de percorrer todas as cidades e lugarejos, grutas e cavernas, usadas como esconderijo, procurando consolar e assistir os cristãos. Com a ordem dado pelo imperador aos guardas para que o pontífice romano fosse encontrado de qualquer maneira, acabou sendo preso, arrastado e submetido a diversos tormentos, até ser finalmente martirizado. Como um dos mártires da Igreja Católica, foi sepultado ao lado do túmulo de Pedro e foi substituído pelo papa Clemente I (88-97). Tornou-se um dos santos da Igreja, cuja comemoração litúrgica é celebrada no dia 27 de abril, data tradicional de seu martírio. Algumas listas contam o final do seu pontificado, e portanto sua morte, em 27 de abril de 92.
Fonte:
Lista dos Papas em ordem Cronológica IV
211. Pio II (1458-1464)
212. Paulo II (1464-1471)
213. Sixto IV (1471-1484)
214. Inocêncio VIII (1484-1492)
215. Alexandre VI (1492-1503)
216. Pio III (1503)
217. Júlio II (1503-1513)
218. Leão X (1513-1521)
219. Adriano VI (1522-1523)
220. Clemente VII (1523-1534)
221. Paulo III (1534-1549)
222. Júlio III (1550-1555)
223. Marcelo II (1555)
224. Paulo IV (1555-1559)
225. Pio IV (1559-1565)
226. São Pio V (1566-1572)
227. Gregório XIII (1572-1585)
228. Sixto V (1585-1590)
229. Urbano VII (1590)
230. Gregório XIV (1590-1591)
231. Inocêncio IX (1591)
232. Clemente VIII (1592-1605)
233. Leão XI (1605)
234. Paulo V (1605-1621)
235. Gregório XV (1621-1623)
236. Urbano VIII (1623-1644)
237. Inocêncio X (1644-1655)
238. Alexandre VII (1655-1667)
239. Clemente IX (1667-1669)
240. Clemente X (1670-1676)
241. Inocêncio XI (1676-1689)
242. Alexandre VIII (1689-1691)
243. Inocêncio XII (1691-1700)
244. Clemente XI (1700-1721)
245. Inocêncio XIII (1721-1724)
246. Benedito XIII (1724-1730)
247. Clemente XII (1730-1740)
248. Benedito XIV (1740-1758)
249. Clemente XIII (1758-1769)
250. Clemente XIV (1769-1774)
251. Pio VI (1775-1799)
252. Pio VII (1800-1823)
253. Leão XII (1823-1829)
254. Pio VIII (1829-1830)
255. Gregório XVI (1831-1846)
256. Pio IX (1846-1878)
257. Leão XIII (1878-1903)
258. São Pio X (1903-1914)
259. Benedito XV (1914-1922)
260. Pio XI (1922-1939)
261. Pio XII (1939-1958)
262. João XXIII (1958-1963)
263. Paulo VI (1963-1978)
264. João Paulo I (1978)
265. João Paulo II (1978 - 2005)
266. Benedito XVI (2005 - )
212. Paulo II (1464-1471)
213. Sixto IV (1471-1484)
214. Inocêncio VIII (1484-1492)
215. Alexandre VI (1492-1503)
216. Pio III (1503)
217. Júlio II (1503-1513)
218. Leão X (1513-1521)
219. Adriano VI (1522-1523)
220. Clemente VII (1523-1534)
221. Paulo III (1534-1549)
222. Júlio III (1550-1555)
223. Marcelo II (1555)
224. Paulo IV (1555-1559)
225. Pio IV (1559-1565)
226. São Pio V (1566-1572)
227. Gregório XIII (1572-1585)
228. Sixto V (1585-1590)
229. Urbano VII (1590)
230. Gregório XIV (1590-1591)
231. Inocêncio IX (1591)
232. Clemente VIII (1592-1605)
233. Leão XI (1605)
234. Paulo V (1605-1621)
235. Gregório XV (1621-1623)
236. Urbano VIII (1623-1644)
237. Inocêncio X (1644-1655)
238. Alexandre VII (1655-1667)
239. Clemente IX (1667-1669)
240. Clemente X (1670-1676)
241. Inocêncio XI (1676-1689)
242. Alexandre VIII (1689-1691)
243. Inocêncio XII (1691-1700)
244. Clemente XI (1700-1721)
245. Inocêncio XIII (1721-1724)
246. Benedito XIII (1724-1730)
247. Clemente XII (1730-1740)
248. Benedito XIV (1740-1758)
249. Clemente XIII (1758-1769)
250. Clemente XIV (1769-1774)
251. Pio VI (1775-1799)
252. Pio VII (1800-1823)
253. Leão XII (1823-1829)
254. Pio VIII (1829-1830)
255. Gregório XVI (1831-1846)
256. Pio IX (1846-1878)
257. Leão XIII (1878-1903)
258. São Pio X (1903-1914)
259. Benedito XV (1914-1922)
260. Pio XI (1922-1939)
261. Pio XII (1939-1958)
262. João XXIII (1958-1963)
263. Paulo VI (1963-1978)
264. João Paulo I (1978)
265. João Paulo II (1978 - 2005)
266. Benedito XVI (2005 - )
Lista do Papas em ordem Cronológica III
151. Benedito IX (1047-1048)
152. Damasus II (1048)
153. São Leão IX (1049-1054)
154. Victor II (1055-1057)
155. Estéfano X (1057-1058)
156. Nicolau II (1058-1061)
157. Alexandre II (1061-1073)
158. São Gregório VII (1073-1085)
159. Victor III (1086-1087)
160. Urbano II (1088-1099)
161. Pascoal II (1099-1118)
162. Gelásio II (1118-1119)
163. Calisto II (1119-1124)
164. Honório II (1124-1130)
165. Inocêncio II (1130-1143)
166. Celestino II (1143-1144)
167. Lúcio II (1144-1145)
168. Eugênio III (1145-1153)
169. Anastácio IV (1153-1154)
170. Adriano IV (1154-1159)
171. Alexandre III (1159-1181)
172. Lúcio III (1181-1185)
173. Urbano III (1185-1187)
174. Gregório VIII (1187)
175. Clemente III (1187-1191)
176. Celestino III (1191-1198)
177. Inocêncio III (1198-1216)
178. Honório III (1216-1227)
179. Gregório IX (1227-1241)
180. Celestino IV (1241)
181. Inocêncio IV (1243-1254)
182. Alexandre IV (1254-1261)
183. Urbano IV (1261-1264)
184. Clemente IV (1265-1268)
185. Gregório X (1271-1276)
186. Inocêncio V (1276)
187. Adriano V (1276)
188. João XXI (1276-1277)
189. Nicolau III (1277-1280)
190. Martinho IV (1281-1285)
191. Honório IV (1285-1287)
192. Nicolau IV (1288-1292)
193. São Celestino V (1294)
194. BonifácioVIII (1294-1303)
195. Benedito XI (1303-1304)
196. Clemente V (1305-1314)
197. João XXII (1316-1334)
198. Benedito XII (1334-1342)
199. Clemente VI (1342-1352)
200. Inocêncio VI (1352-1362)
201. Urbano V (1362-1370)
202. Gregório XI (1370-1378)
203. Urbano VI (1378-1389)
204. Bonifácio IX (1389-1404)
205. Inocêncio VII (1406-1406)
206. Gregório XII (1406-1415)
207. Martinho V (1417-1431)
208. Eugênio IV (1431-1447)
209. Nicolau V (1447-1455)
210. Calisto III (1455-1458)
152. Damasus II (1048)
153. São Leão IX (1049-1054)
154. Victor II (1055-1057)
155. Estéfano X (1057-1058)
156. Nicolau II (1058-1061)
157. Alexandre II (1061-1073)
158. São Gregório VII (1073-1085)
159. Victor III (1086-1087)
160. Urbano II (1088-1099)
161. Pascoal II (1099-1118)
162. Gelásio II (1118-1119)
163. Calisto II (1119-1124)
164. Honório II (1124-1130)
165. Inocêncio II (1130-1143)
166. Celestino II (1143-1144)
167. Lúcio II (1144-1145)
168. Eugênio III (1145-1153)
169. Anastácio IV (1153-1154)
170. Adriano IV (1154-1159)
171. Alexandre III (1159-1181)
172. Lúcio III (1181-1185)
173. Urbano III (1185-1187)
174. Gregório VIII (1187)
175. Clemente III (1187-1191)
176. Celestino III (1191-1198)
177. Inocêncio III (1198-1216)
178. Honório III (1216-1227)
179. Gregório IX (1227-1241)
180. Celestino IV (1241)
181. Inocêncio IV (1243-1254)
182. Alexandre IV (1254-1261)
183. Urbano IV (1261-1264)
184. Clemente IV (1265-1268)
185. Gregório X (1271-1276)
186. Inocêncio V (1276)
187. Adriano V (1276)
188. João XXI (1276-1277)
189. Nicolau III (1277-1280)
190. Martinho IV (1281-1285)
191. Honório IV (1285-1287)
192. Nicolau IV (1288-1292)
193. São Celestino V (1294)
194. BonifácioVIII (1294-1303)
195. Benedito XI (1303-1304)
196. Clemente V (1305-1314)
197. João XXII (1316-1334)
198. Benedito XII (1334-1342)
199. Clemente VI (1342-1352)
200. Inocêncio VI (1352-1362)
201. Urbano V (1362-1370)
202. Gregório XI (1370-1378)
203. Urbano VI (1378-1389)
204. Bonifácio IX (1389-1404)
205. Inocêncio VII (1406-1406)
206. Gregório XII (1406-1415)
207. Martinho V (1417-1431)
208. Eugênio IV (1431-1447)
209. Nicolau V (1447-1455)
210. Calisto III (1455-1458)
Lista dos Papas em ordem Cronológica II
91. São Zacarias (741-752)
92. Estéfano II (752)
93. Estéfano III (752-757)
94. São Paulo I (757-767)
95. Estéfano IV (767-772)
96. Adriano I (772-795)
97. São Leão III (795-816)
98. Estéfano V (816-817)
99. São Pascoal I (817-824)
100. Eugênio II (824-827)
101. Valentino (827)
102. Gregório IV (827-844)
103. Sérgio II (844-847)
104. São Leão IV (847-855)
105. Benedito III (855-858)
106. São Nicolau I, o Grande (858-867)
107. Adriano II (867-872)
108. João VIII (872-882)
109. Marino I (882-884)
110. São Adriano III (884-885)
111. Estéfano VI (885-891)
112. Formoso (891-896)
113. Bonifácio VI (896)
114. Estéfano VII (896-897)
115. Romano (897)
116. Teodoro II (897)
117. João IX (898-900)
118. Benedito IV (900-903)
119. Leão V (903)
120. Sérgio III (904-911)
121. Anastácio III (911-913)
122. Lando (913-914)
123. João X (914-928)
124. Leão VI (928)
125. Estéfano VIII (929-931)
126. João XI (931-935)
127. Leão VII (936-939)
128. Estéfano IX (939-942)
129. Marino II (942-946)
130. Agápto II (946-955)
131. João XII (955-963)
132. Leão VIII (963-964)
133. Benedito V (964)
134. João XIII (965-972)
135. Benedito VI (973-974)
136. Benedito VII (974-983)
137. João XIV (983-984)
138. João XV (985-996)
139. Gregório V (996-999)
140. Silvestre II (999-1003)
141. João XVII (1003)
142. João XVIII (1003-1009)
143. Sérgio IV (1009-1012)
144. Benedito VIII (1012-1024)
145. João XIX (1024-1032)
146. Benedito IX (1032-1045)
147. Silvestre III (1045)
148. Benedito IX (1045)
149. Gregório VI (1045-1046)
150. Clemente II (1046-1047)
92. Estéfano II (752)
93. Estéfano III (752-757)
94. São Paulo I (757-767)
95. Estéfano IV (767-772)
96. Adriano I (772-795)
97. São Leão III (795-816)
98. Estéfano V (816-817)
99. São Pascoal I (817-824)
100. Eugênio II (824-827)
101. Valentino (827)
102. Gregório IV (827-844)
103. Sérgio II (844-847)
104. São Leão IV (847-855)
105. Benedito III (855-858)
106. São Nicolau I, o Grande (858-867)
107. Adriano II (867-872)
108. João VIII (872-882)
109. Marino I (882-884)
110. São Adriano III (884-885)
111. Estéfano VI (885-891)
112. Formoso (891-896)
113. Bonifácio VI (896)
114. Estéfano VII (896-897)
115. Romano (897)
116. Teodoro II (897)
117. João IX (898-900)
118. Benedito IV (900-903)
119. Leão V (903)
120. Sérgio III (904-911)
121. Anastácio III (911-913)
122. Lando (913-914)
123. João X (914-928)
124. Leão VI (928)
125. Estéfano VIII (929-931)
126. João XI (931-935)
127. Leão VII (936-939)
128. Estéfano IX (939-942)
129. Marino II (942-946)
130. Agápto II (946-955)
131. João XII (955-963)
132. Leão VIII (963-964)
133. Benedito V (964)
134. João XIII (965-972)
135. Benedito VI (973-974)
136. Benedito VII (974-983)
137. João XIV (983-984)
138. João XV (985-996)
139. Gregório V (996-999)
140. Silvestre II (999-1003)
141. João XVII (1003)
142. João XVIII (1003-1009)
143. Sérgio IV (1009-1012)
144. Benedito VIII (1012-1024)
145. João XIX (1024-1032)
146. Benedito IX (1032-1045)
147. Silvestre III (1045)
148. Benedito IX (1045)
149. Gregório VI (1045-1046)
150. Clemente II (1046-1047)
Lista dos Papas em ordem Cronológica I
31. São Eusébio (309 - 310)
32. São Miltíades (311-314)
33. São Silvestre I (314-335)
34. São Marco (336)
35. São Júlio I (337-352)
36. Líbero (352-366)
37. São Damaso I (366-383)
38. São Sírico (384-399)
39. São Anastácio I (399-401)
40. São Inocêncio I (401-417)
41. São Zósimo (417-418)
42. São Bonifácio I (418-422)
43. São Celestino I (422-432)
44. São Sixto III (432-440)
45. São Leão I Magno (440-461)
46. São Hilário (461-468)
47. São Simplício (468-483)
48. São Felix II (III) (483-492)
49. São Gelásio I (492-496)
50. Anastácio II (496-498)
51. São Símaco (498-514)
52. São Hormisdas (514-523)
53. São João I (523-526)
54. São Félix III (IV) (526-530)
55. Bonifácio II (530-532)
56. João II (533-535)
57. São Agápito I (535-536)
58. São Silvério (536-537)
59. Vigílio (537-555)
60. Pelágio I (556-561)
61. João III (561-574)
62. Benedito I (575-579)
63. Pelágio II (579-590)
64. São Gregório I (590-604)
65. Sabiniano (604-606)
66. Bonifácio III (607)
67. São Bonifácio IV (608-615)
68. Adeodato I (615-618)
69. Bonifácio V (619-625)
70. Honório I (625-638)
71. Severino (640)
72. João IV (640-642)
73. Teodoro I (642-649)
74. São Martinho I (649-655)
75. São Eugênio I (655-657)
76. São Vitaliano (657-672)
77. Adeodato II (672-676)
78. Dono (676-678)
79. São Ágato (678-681)
80. São Leão II (682-683)
81. São Benedito II (684-685)
82. João V (685-686)
83. Cónon (686-687)
84. São Sérgio I (687-701)
85. João VI (701-705)
86. João VII (705-707)
87. Sisino (708)
88. Constantino (708-715)
89. São Gregório II (715-731)
90. São Gregório III (731-741)
32. São Miltíades (311-314)
33. São Silvestre I (314-335)
34. São Marco (336)
35. São Júlio I (337-352)
36. Líbero (352-366)
37. São Damaso I (366-383)
38. São Sírico (384-399)
39. São Anastácio I (399-401)
40. São Inocêncio I (401-417)
41. São Zósimo (417-418)
42. São Bonifácio I (418-422)
43. São Celestino I (422-432)
44. São Sixto III (432-440)
45. São Leão I Magno (440-461)
46. São Hilário (461-468)
47. São Simplício (468-483)
48. São Felix II (III) (483-492)
49. São Gelásio I (492-496)
50. Anastácio II (496-498)
51. São Símaco (498-514)
52. São Hormisdas (514-523)
53. São João I (523-526)
54. São Félix III (IV) (526-530)
55. Bonifácio II (530-532)
56. João II (533-535)
57. São Agápito I (535-536)
58. São Silvério (536-537)
59. Vigílio (537-555)
60. Pelágio I (556-561)
61. João III (561-574)
62. Benedito I (575-579)
63. Pelágio II (579-590)
64. São Gregório I (590-604)
65. Sabiniano (604-606)
66. Bonifácio III (607)
67. São Bonifácio IV (608-615)
68. Adeodato I (615-618)
69. Bonifácio V (619-625)
70. Honório I (625-638)
71. Severino (640)
72. João IV (640-642)
73. Teodoro I (642-649)
74. São Martinho I (649-655)
75. São Eugênio I (655-657)
76. São Vitaliano (657-672)
77. Adeodato II (672-676)
78. Dono (676-678)
79. São Ágato (678-681)
80. São Leão II (682-683)
81. São Benedito II (684-685)
82. João V (685-686)
83. Cónon (686-687)
84. São Sérgio I (687-701)
85. João VI (701-705)
86. João VII (705-707)
87. Sisino (708)
88. Constantino (708-715)
89. São Gregório II (715-731)
90. São Gregório III (731-741)
Lista Cronológica dos Papas Primeiros Séculos
1. São Pedro (32-67)
2. São Lino (67-76)
3. São Anacleto (ou Cleto) (76-88)
4. São Clemente I (88-97)
5. Santo Evaristo (98-107)
6. São Alexandre I (107-115)
7. São Sixto (ou Xisto) I (115-125)
8. São Telésforo (125-136)
9. São Higino (136-140)
10. São Pio I (141-155)
11. São Aniceto (155-166)
12. São Sóter (166-175)
13. São Eleutério (175-189)
14. São Vitor I (189-199)
15. São Zefirino (199-217)
16. São Calisto I (217-222)
17. São Urbano I (222-230)
18. São Ponciano (230-235)
19. São Antero (235-236)
20. São Fabiano (236-250)
21. São Cornélio (251-253)
22. São Lúcio I (253-254)
23. São Estéfano I (254-257)
24. São Sixto II (257-258)
25. São Dionísio (260-268)
26. São Félix I (269-274)
27. São Eutiquiano (275-283)
28. São Caio (283-296)
29. São Marcelino (296-304)
30. São Marcelo I (308-309)
Fontes:
UFCG
2. São Lino (67-76)
3. São Anacleto (ou Cleto) (76-88)
4. São Clemente I (88-97)
5. Santo Evaristo (98-107)
6. São Alexandre I (107-115)
7. São Sixto (ou Xisto) I (115-125)
8. São Telésforo (125-136)
9. São Higino (136-140)
10. São Pio I (141-155)
11. São Aniceto (155-166)
12. São Sóter (166-175)
13. São Eleutério (175-189)
14. São Vitor I (189-199)
15. São Zefirino (199-217)
16. São Calisto I (217-222)
17. São Urbano I (222-230)
18. São Ponciano (230-235)
19. São Antero (235-236)
20. São Fabiano (236-250)
21. São Cornélio (251-253)
22. São Lúcio I (253-254)
23. São Estéfano I (254-257)
24. São Sixto II (257-258)
25. São Dionísio (260-268)
26. São Félix I (269-274)
27. São Eutiquiano (275-283)
28. São Caio (283-296)
29. São Marcelino (296-304)
30. São Marcelo I (308-309)
Fontes:
UFCG
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